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António de Araújo de Azevedo Pereira Pinto e Ana Maria dos Prazeres Calheiros Magalhães Barreto Amorim

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António de Araújo de Azevedo Pereira Pinto e Ana Maria dos Prazeres Calheiros Magalhães Barreto Amorim

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António de Araújo de Azevedo Pereira Pinto e Ana Maria dos Prazeres Calheiros Magalhães Barreto Amorim

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António de Araújo de Azevedo Pereira Pinto, filho de Francisco António de Araújo de Azevedo e de sua mulher Francisca Antónia Pereira Caldas de Sá Sotomaior, nasceu em 25 de julho de 1809 e faleceu a 9 de agosto de 1868.Obteve, em 13 de julho de 1840, o alvará que lhe permitiu usufruir de todas as honras e prerrogativas pertencentes ao Moços Fidalgos com exercício na Casa Real.Foi Tenente-Coronel de Cavalaria e teve mercê de Comenda e Alcaidaria-mor.Sucedeu a seu tio, o conselheiro João António de Araújo de Azevedo, na Casa de Sá, em Ponte de Lima, na Quinta do Sibreiro, em Santo Estêvão de Aboim das Choças, na Quinta do Outeiro, em Santa Eulália de Gondoriz, e na Quinta das Lajes, em São Julião de Moreira.Apesar a extinção definitiva dos morgados em 1863, António de Araújo de Azevedo Pereira Pinto manteve os bens da família indivisos e, assim, legou-os em testamento à sua mulher.Casou, em 14 de setembro de 1834, com Ana Maria dos Prazeres Calheiros Magalhães Barreto Amorim.D. Ana Maria dos Prazeres nasceu em 1 de abril de 1818 e faleceu a 3 de abril de 1875. Era filha de José Calheiros de Magalhães Berreto, senhor da Casa do Souto, em São Miguel de Brandara e da do Matobom, em Estorãos, e de sua mulher Maria Isabel de Araújo de Abreu Bacelar, procedente da Casa de Santa Luzia em Viana.Depois do falecimento do seu marido, D. Ana Maria dos Prazeres sucedeu-lhe na Casa de Sá e declarou, em escritura de 7 de março de 1872, que a maior parte dos bens que lhe couberem em meação no inventário do marido não eram livres nem alodiais, mas sim de vínculo, tendo assim mantido a propriedade familiar indivisa.

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